Vendas B2B
Escrito por:
Mariane Brito
Como o atacadista com Omie abre um canal de vendas B2B
Como o atacadista com Omie abre um canal de vendas B2B

O Omie resolve o financeiro, o estoque e a nota fiscal. Faz isso muito bem. Mas quando o cliente liga pedindo produto, a transação ainda depende do vendedor atender, digitar no sistema e confirmar. Esse gargalo não é problema do Omie. É um problema de canal de vendas que o atacadista ainda não resolveu.
O que você vai aprender neste artigo
O que o Omie faz e onde ele para de ajudar o atacadista
Por que o pedido por WhatsApp e por ligação trava o crescimento do atacado
O que significa ter um canal de vendas B2B integrado ao Omie
Como funciona na prática a integração entre Omie e um portal de pedidos
O que muda para o dono do atacado, para o vendedor e para o cliente

O Omie é o back-office. O canal de vendas é outra coisa
O Omie é hoje um dos ERPs mais usados por pequenas e médias empresas no Brasil. A plataforma atende 180 mil clientes e seus usuários movimentam cerca de R$ 34 bilhões por mês em notas fiscais, o equivalente a aproximadamente 3,5% do PIB brasileiro. Portal ERP Entre esses usuários, uma parcela expressiva são atacadistas que usam o sistema para controlar estoque, emitir NF-e, gerenciar financeiro e manter o cadastro de clientes.
O Omie faz isso muito bem. O problema é que o Omie é um sistema de gestão, não um canal de vendas. Ele organiza o que já aconteceu: o pedido que entrou, a nota que saiu, o pagamento que foi registrado. O que ele não entrega é o canal pelo qual o cliente faz o pedido antes de tudo isso acontecer.
Na maioria dos atacadistas que usam Omie, esse canal é o WhatsApp, a ligação ou o representante que visita o cliente. O cliente pede, o vendedor anota, digita no Omie e confirma. O processo funciona, mas depende inteiramente de uma pessoa disponível para cada etapa. E quando o volume cresce, esse modelo começa a dar sinais de colapso.
O que acontece quando o pedido depende do vendedor para entrar no sistema
Quando o canal de vendas é o WhatsApp pessoal do vendedor ou a ligação para o televendas, a operação do atacado fica limitada pelo tempo e pela disponibilidade dessas pessoas.
O cliente que quer fazer pedido às 19h não consegue. O vendedor que tem 80 clientes ativos passa boa parte do dia digitando pedido no Omie em vez de vender. O gestor que quer saber quantos pedidos entraram hoje precisa perguntar para alguém, porque a informação está espalhada em conversas de WhatsApp que ninguém compilou.
Esse modelo tem um teto muito claro: para crescer o volume de pedidos, o atacado precisa contratar mais gente para processar mais pedido. O crescimento vira proporcional ao custo fixo de pessoal, o que comprime a margem e torna o crescimento cada vez mais caro.
Se as informações do negócio estão desorganizadas, o atacadista perde vendas, tem prejuízos com estoque e deixa de ter controle do financeiro. Omie
E quando o canal de pedidos é informal, as informações ficam necessariamente espalhadas.
O que é um canal de vendas B2B para o atacadista Omie
Um canal de vendas B2B integrado ao Omie é um portal onde cada cliente do atacado tem acesso personalizado ao catálogo com os preços dele, pode fazer pedido a qualquer hora e esse pedido entra direto no Omie sem que ninguém precise digitar nada.
Não é um e-commerce como os de varejo, onde qualquer pessoa pode entrar e comprar. É um canal fechado, onde cada cliente vê exatamente o que é dele: a tabela de preço configurada no Omie para aquele CNPJ, os produtos disponíveis para aquela conta, as condições de pagamento acordadas.
Para o atacadista que usa Omie, a integração com um portal B2B como a Zydon funciona assim: o cadastro de clientes, as tabelas de preço e o estoque que já existem no Omie são importados automaticamente para o portal. O cliente acessa, escolhe os produtos, finaliza o pedido. O pedido entra no Omie via integração nativa. O fluxo de faturamento segue normalmente, sem nenhuma etapa manual adicional.
O resultado direto é que o ecommerce B2B passa a ser um canal que funciona 24h, sem depender do horário comercial nem da disponibilidade do vendedor para cada transação.
Por que atacadistas que usam Omie no interior do Brasil têm vantagem nessa transição
O Omie tem penetração forte no interior do Brasil, exatamente onde estão muitas das distribuidoras e atacadistas regionais que a Zydon atende. Esses atacadistas têm uma característica em comum: já têm o back-office organizado no sistema, já têm o cadastro de clientes estruturado, já têm tabelas de preço configuradas.
O que falta não é organização interna. É a camada de frente que permite ao cliente comprar sem depender do vendedor. E justamente porque o Omie já tem tudo organizado, a ativação do canal de vendas B2B é muito mais rápida do que seria para um atacado que ainda opera em planilha.
A Reforma Tributária, que se inicia em janeiro de 2026, irá impulsionar ainda mais a formalização e a necessidade de digitalização da base de PMEs, acelerando o crescimento do mercado. Jornaldobras
Para o atacadista que já usa Omie, esse contexto de formalização e digitalização é uma vantagem: ele já está no sistema certo. O próximo passo é conectar esse sistema a um canal de vendas que escale.
O que muda para cada pessoa da operação
A abertura de um canal B2B integrado ao Omie tem efeitos diferentes dependendo de quem está olhando para a operação.
Para o dono do atacado, o efeito mais direto é a capacidade de crescer o volume de pedidos sem crescer proporcionalmente o time. Quando o cliente faz o pedido no portal e o pedido entra no Omie automaticamente, cada vendedor consegue atender mais contas com o mesmo tempo. O crescimento para de depender de contratação.
Para o vendedor, o efeito é liberar tempo do operacional para o estratégico. O vendedor que antes passava horas digitando pedido no Omie passa a ter esse tempo disponível para trabalhar a carteira: ligar para inativos, ampliar mix de clientes ativos, prospectar conta nova. O trabalho de digitação que tomava energia vai para o sistema.
Para o cliente do atacado, o efeito é autonomia. Ele não precisa mais esperar o vendedor retornar ou aguardar o horário comercial. Ele entra no portal, vê o catálogo com os preços dele, vê o estoque disponível em tempo real e faz o pedido quando e como quiser. Para o dono do bar, da padaria ou do mercado de bairro que compra durante o dia e organiza pedidos à noite, isso é uma diferença concreta no dia a dia.
Como funciona a integração Omie e Zydon na prática
A integração entre o Omie e a Zydon é nativa, o que significa que não depende de desenvolvimento personalizado, de middleware ou de conexão artesanal entre sistemas. O processo segue quatro etapas simples:
A primeira é a conexão ao Omie, feita em poucos cliques. A Zydon importa automaticamente clientes, produtos, tabelas de preço e estoque do Omie. O atacadista não precisa recriar nada que já existe no sistema.
A segunda é a configuração do canal: regras de pedido mínimo, prazo de entrega, condições de pagamento e definição de quais clientes já têm acesso ao portal.
A terceira é o convite aos clientes. Cada um recebe o link do portal com acesso personalizado, vê apenas o catálogo e os preços configurados para ele e faz o pedido em minutos.
A quarta, e mais importante para a operação, é que o pedido aprovado no portal entra direto no Omie. O faturamento, o controle de estoque e o financeiro seguem o fluxo normal sem nenhuma digitação extra.
O tempo de ativação, da conexão ao primeiro pedido pelo portal, é de menos de um dia. O canal de vendas que antes dependia de pessoa para funcionar passa a ter uma camada digital que complementa o trabalho do time sem substituí-lo.
A tabela de preço por cliente do Omie funciona no portal
Uma das maiores preocupações de atacadistas que têm tabelas de preço diferenciadas por cliente é se o portal vai conseguir reproduzir essa lógica sem retrabalho.
A resposta é direta: sim. A Zydon importa as tabelas de preço configuradas no Omie e cada cliente acessa o portal vendo apenas os preços da tabela dele. Não há necessidade de duplicar ou recriar as regras comerciais. O que existe no Omie é o que aparece no portal, para o cliente certo.
Isso é especialmente relevante para atacadistas que têm segmentações claras de carteira: cliente A com desconto de volume, cliente B com prazo diferenciado, cliente C com mix restrito. No modelo de WhatsApp, manter essa diferenciação exige que o vendedor saiba de cor qual condição se aplica para cada conta. No portal, o sistema já sabe e aplica automaticamente.
O pedido deixa de ser uma operação manual que depende do vendedor acertar a condição certa e passa a ser um fluxo automático que a configuração do Omie já garante.

FAQ
1. O atacadista precisa trocar o Omie para usar a Zydon?
Não. A Zydon é um canal de vendas que funciona junto com o Omie. O Omie continua sendo o ERP da operação. A Zydon adiciona o portal de pedidos B2B que o Omie não entrega, sem substituir nada.
2. Quanto tempo leva para ativar o canal B2B integrado ao Omie?
A ativação da integração com o Omie é feita em menos de um dia. A Zydon importa automaticamente clientes, produtos, tabelas de preço e estoque do Omie assim que a conexão é feita.
3. O pedido feito no portal precisa ser digitado manualmente no Omie?
Não. O pedido aprovado no portal entra direto no Omie via integração nativa. O fluxo de faturamento e controle de estoque segue normalmente sem nenhuma digitação duplicada.
4. Para qual tamanho de atacado essa solução faz sentido?
A partir de 50 clientes B2B ativos. Abaixo disso, o ganho de escala ainda não justifica a estruturação de um canal digital. Acima disso, o volume de pedidos manuais já começa a comprimir o tempo do time e criar risco de erro.
5. O cliente do atacado precisa de treinamento para usar o portal?
Não há curva longa de adoção porque o portal é simples e mobile-first. O cliente acessa pelo celular, vê os produtos e preços dele, escolhe o que quer e finaliza. Para quem já está acostumado a comprar por WhatsApp, o portal é mais fácil, não mais difícil.
Conclusão
O Omie resolve o back-office do atacadista com muito competência. Mas o canal de vendas, o ponto onde o cliente faz o pedido, ainda depende de pessoa para funcionar na maioria das operações.
Conectar o Omie a um portal B2B como a Zydon não é trocar o sistema. É adicionar a camada que falta: um canal de pedidos que funciona 24h, que aplica automaticamente as condições comerciais de cada cliente e que elimina a digitação duplicada que hoje consome o tempo do vendedor.
Para o atacadista que já tem o Omie organizado, essa transição é mais simples do que parece porque os dados já existem no sistema. O que muda é que esses dados passam a alimentar um canal que o cliente usa diretamente, sem depender de intermediação.
Atacadista com Omie que abre um canal B2B não cresce contratando mais gente para digitar pedido. Cresce deixando o sistema fazer o que é do sistema e o time fazer o que é do time.
O Omie resolve o financeiro, o estoque e a nota fiscal. Faz isso muito bem. Mas quando o cliente liga pedindo produto, a transação ainda depende do vendedor atender, digitar no sistema e confirmar. Esse gargalo não é problema do Omie. É um problema de canal de vendas que o atacadista ainda não resolveu.
O que você vai aprender neste artigo
O que o Omie faz e onde ele para de ajudar o atacadista
Por que o pedido por WhatsApp e por ligação trava o crescimento do atacado
O que significa ter um canal de vendas B2B integrado ao Omie
Como funciona na prática a integração entre Omie e um portal de pedidos
O que muda para o dono do atacado, para o vendedor e para o cliente

O Omie é o back-office. O canal de vendas é outra coisa
O Omie é hoje um dos ERPs mais usados por pequenas e médias empresas no Brasil. A plataforma atende 180 mil clientes e seus usuários movimentam cerca de R$ 34 bilhões por mês em notas fiscais, o equivalente a aproximadamente 3,5% do PIB brasileiro. Portal ERP Entre esses usuários, uma parcela expressiva são atacadistas que usam o sistema para controlar estoque, emitir NF-e, gerenciar financeiro e manter o cadastro de clientes.
O Omie faz isso muito bem. O problema é que o Omie é um sistema de gestão, não um canal de vendas. Ele organiza o que já aconteceu: o pedido que entrou, a nota que saiu, o pagamento que foi registrado. O que ele não entrega é o canal pelo qual o cliente faz o pedido antes de tudo isso acontecer.
Na maioria dos atacadistas que usam Omie, esse canal é o WhatsApp, a ligação ou o representante que visita o cliente. O cliente pede, o vendedor anota, digita no Omie e confirma. O processo funciona, mas depende inteiramente de uma pessoa disponível para cada etapa. E quando o volume cresce, esse modelo começa a dar sinais de colapso.
O que acontece quando o pedido depende do vendedor para entrar no sistema
Quando o canal de vendas é o WhatsApp pessoal do vendedor ou a ligação para o televendas, a operação do atacado fica limitada pelo tempo e pela disponibilidade dessas pessoas.
O cliente que quer fazer pedido às 19h não consegue. O vendedor que tem 80 clientes ativos passa boa parte do dia digitando pedido no Omie em vez de vender. O gestor que quer saber quantos pedidos entraram hoje precisa perguntar para alguém, porque a informação está espalhada em conversas de WhatsApp que ninguém compilou.
Esse modelo tem um teto muito claro: para crescer o volume de pedidos, o atacado precisa contratar mais gente para processar mais pedido. O crescimento vira proporcional ao custo fixo de pessoal, o que comprime a margem e torna o crescimento cada vez mais caro.
Se as informações do negócio estão desorganizadas, o atacadista perde vendas, tem prejuízos com estoque e deixa de ter controle do financeiro. Omie
E quando o canal de pedidos é informal, as informações ficam necessariamente espalhadas.
O que é um canal de vendas B2B para o atacadista Omie
Um canal de vendas B2B integrado ao Omie é um portal onde cada cliente do atacado tem acesso personalizado ao catálogo com os preços dele, pode fazer pedido a qualquer hora e esse pedido entra direto no Omie sem que ninguém precise digitar nada.
Não é um e-commerce como os de varejo, onde qualquer pessoa pode entrar e comprar. É um canal fechado, onde cada cliente vê exatamente o que é dele: a tabela de preço configurada no Omie para aquele CNPJ, os produtos disponíveis para aquela conta, as condições de pagamento acordadas.
Para o atacadista que usa Omie, a integração com um portal B2B como a Zydon funciona assim: o cadastro de clientes, as tabelas de preço e o estoque que já existem no Omie são importados automaticamente para o portal. O cliente acessa, escolhe os produtos, finaliza o pedido. O pedido entra no Omie via integração nativa. O fluxo de faturamento segue normalmente, sem nenhuma etapa manual adicional.
O resultado direto é que o ecommerce B2B passa a ser um canal que funciona 24h, sem depender do horário comercial nem da disponibilidade do vendedor para cada transação.
Por que atacadistas que usam Omie no interior do Brasil têm vantagem nessa transição
O Omie tem penetração forte no interior do Brasil, exatamente onde estão muitas das distribuidoras e atacadistas regionais que a Zydon atende. Esses atacadistas têm uma característica em comum: já têm o back-office organizado no sistema, já têm o cadastro de clientes estruturado, já têm tabelas de preço configuradas.
O que falta não é organização interna. É a camada de frente que permite ao cliente comprar sem depender do vendedor. E justamente porque o Omie já tem tudo organizado, a ativação do canal de vendas B2B é muito mais rápida do que seria para um atacado que ainda opera em planilha.
A Reforma Tributária, que se inicia em janeiro de 2026, irá impulsionar ainda mais a formalização e a necessidade de digitalização da base de PMEs, acelerando o crescimento do mercado. Jornaldobras
Para o atacadista que já usa Omie, esse contexto de formalização e digitalização é uma vantagem: ele já está no sistema certo. O próximo passo é conectar esse sistema a um canal de vendas que escale.
O que muda para cada pessoa da operação
A abertura de um canal B2B integrado ao Omie tem efeitos diferentes dependendo de quem está olhando para a operação.
Para o dono do atacado, o efeito mais direto é a capacidade de crescer o volume de pedidos sem crescer proporcionalmente o time. Quando o cliente faz o pedido no portal e o pedido entra no Omie automaticamente, cada vendedor consegue atender mais contas com o mesmo tempo. O crescimento para de depender de contratação.
Para o vendedor, o efeito é liberar tempo do operacional para o estratégico. O vendedor que antes passava horas digitando pedido no Omie passa a ter esse tempo disponível para trabalhar a carteira: ligar para inativos, ampliar mix de clientes ativos, prospectar conta nova. O trabalho de digitação que tomava energia vai para o sistema.
Para o cliente do atacado, o efeito é autonomia. Ele não precisa mais esperar o vendedor retornar ou aguardar o horário comercial. Ele entra no portal, vê o catálogo com os preços dele, vê o estoque disponível em tempo real e faz o pedido quando e como quiser. Para o dono do bar, da padaria ou do mercado de bairro que compra durante o dia e organiza pedidos à noite, isso é uma diferença concreta no dia a dia.
Como funciona a integração Omie e Zydon na prática
A integração entre o Omie e a Zydon é nativa, o que significa que não depende de desenvolvimento personalizado, de middleware ou de conexão artesanal entre sistemas. O processo segue quatro etapas simples:
A primeira é a conexão ao Omie, feita em poucos cliques. A Zydon importa automaticamente clientes, produtos, tabelas de preço e estoque do Omie. O atacadista não precisa recriar nada que já existe no sistema.
A segunda é a configuração do canal: regras de pedido mínimo, prazo de entrega, condições de pagamento e definição de quais clientes já têm acesso ao portal.
A terceira é o convite aos clientes. Cada um recebe o link do portal com acesso personalizado, vê apenas o catálogo e os preços configurados para ele e faz o pedido em minutos.
A quarta, e mais importante para a operação, é que o pedido aprovado no portal entra direto no Omie. O faturamento, o controle de estoque e o financeiro seguem o fluxo normal sem nenhuma digitação extra.
O tempo de ativação, da conexão ao primeiro pedido pelo portal, é de menos de um dia. O canal de vendas que antes dependia de pessoa para funcionar passa a ter uma camada digital que complementa o trabalho do time sem substituí-lo.
A tabela de preço por cliente do Omie funciona no portal
Uma das maiores preocupações de atacadistas que têm tabelas de preço diferenciadas por cliente é se o portal vai conseguir reproduzir essa lógica sem retrabalho.
A resposta é direta: sim. A Zydon importa as tabelas de preço configuradas no Omie e cada cliente acessa o portal vendo apenas os preços da tabela dele. Não há necessidade de duplicar ou recriar as regras comerciais. O que existe no Omie é o que aparece no portal, para o cliente certo.
Isso é especialmente relevante para atacadistas que têm segmentações claras de carteira: cliente A com desconto de volume, cliente B com prazo diferenciado, cliente C com mix restrito. No modelo de WhatsApp, manter essa diferenciação exige que o vendedor saiba de cor qual condição se aplica para cada conta. No portal, o sistema já sabe e aplica automaticamente.
O pedido deixa de ser uma operação manual que depende do vendedor acertar a condição certa e passa a ser um fluxo automático que a configuração do Omie já garante.

FAQ
1. O atacadista precisa trocar o Omie para usar a Zydon?
Não. A Zydon é um canal de vendas que funciona junto com o Omie. O Omie continua sendo o ERP da operação. A Zydon adiciona o portal de pedidos B2B que o Omie não entrega, sem substituir nada.
2. Quanto tempo leva para ativar o canal B2B integrado ao Omie?
A ativação da integração com o Omie é feita em menos de um dia. A Zydon importa automaticamente clientes, produtos, tabelas de preço e estoque do Omie assim que a conexão é feita.
3. O pedido feito no portal precisa ser digitado manualmente no Omie?
Não. O pedido aprovado no portal entra direto no Omie via integração nativa. O fluxo de faturamento e controle de estoque segue normalmente sem nenhuma digitação duplicada.
4. Para qual tamanho de atacado essa solução faz sentido?
A partir de 50 clientes B2B ativos. Abaixo disso, o ganho de escala ainda não justifica a estruturação de um canal digital. Acima disso, o volume de pedidos manuais já começa a comprimir o tempo do time e criar risco de erro.
5. O cliente do atacado precisa de treinamento para usar o portal?
Não há curva longa de adoção porque o portal é simples e mobile-first. O cliente acessa pelo celular, vê os produtos e preços dele, escolhe o que quer e finaliza. Para quem já está acostumado a comprar por WhatsApp, o portal é mais fácil, não mais difícil.
Conclusão
O Omie resolve o back-office do atacadista com muito competência. Mas o canal de vendas, o ponto onde o cliente faz o pedido, ainda depende de pessoa para funcionar na maioria das operações.
Conectar o Omie a um portal B2B como a Zydon não é trocar o sistema. É adicionar a camada que falta: um canal de pedidos que funciona 24h, que aplica automaticamente as condições comerciais de cada cliente e que elimina a digitação duplicada que hoje consome o tempo do vendedor.
Para o atacadista que já tem o Omie organizado, essa transição é mais simples do que parece porque os dados já existem no sistema. O que muda é que esses dados passam a alimentar um canal que o cliente usa diretamente, sem depender de intermediação.
Atacadista com Omie que abre um canal B2B não cresce contratando mais gente para digitar pedido. Cresce deixando o sistema fazer o que é do sistema e o time fazer o que é do time.
Venda 24/7 sem aumentar a equipe |
Venda 24/7sem aumentara equipe |
Feito para distribuidoras e indústrias que precisam dar autonomia ao cliente
e liberar tempo do comercial.
Feito para distribuidoras e indústrias que precisam dar autonomia ao cliente e liberar tempo do comercial.
Venda sem limites: IA entende áudio, texto e imagem e fecha pedidos automaticamente
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Escrito por:
Mariane Brito

