Vendas B2B
Vendas B2B
20 de jan. de 2026
Escrito por:
Mariane Brito
Como criar tabelas de preços eficientes no setor alimentício
Como criar tabelas de preços eficientes no setor alimentício


Este artigo mostra, de forma prática, quando e por que distribuidoras e indústrias do setor alimentício precisam implementar tabelas de preços estruturadas. O setor vive margens apertadas, volatilidade de commodities e grande pressão por competitividade. Com isso, controlar preços por cliente, região e volume deixou de ser diferencial e virou condição básica para manter rentabilidade. Você vai entender os sinais de que sua operação já passou do limite do controle manual, como estruturar suas tabelas de forma eficiente, quais erros evitar e como criar uma estratégia de precificação que funcione no dia a dia.
O que você vai aprender neste artigo
• Por que o setor alimentício exige tabelas de preços estruturadas
• Sinais claros de que sua empresa não pode mais usar planilhas
• Como mapear custos reais e definir margens sustentáveis
• Como segmentar clientes sem complicar sua operação
• Estratégias práticas para montar e testar novas tabelas
• Diferenças entre gestão manual e automatizada de precificação
• Como identificar o melhor momento para implementar
• Benefícios financeiros e operacionais de uma tabela bem estruturada
• Como evitar erros comuns de precificação no setor alimentício

Como implementar tabelas de preços no setor alimentício
Implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício é uma decisão estratégica que pode transformar completamente a rentabilidade e organização comercial da sua distribuidora ou indústria.
O setor alimentício brasileiro enfrenta desafios únicos de precificação que tornam essa implementação ainda mais crítica. Volatilidade de commodities, custos logísticos regionais diferenciados e a necessidade de manter competitividade em um mercado fragmentado exigem estruturas de preço mais sofisticadas que simples planilhas do Excel.
Segundo análise da BTG Pactual sobre o varejo de alimentos, as margens da indústria e do varejo estão no nível mais baixo em muitos anos. Essa realidade pressiona distribuidores e indústrias a otimizar cada negociação, tornando fundamental ter controle preciso sobre preços praticados por cliente, região e volume de pedido.
Sinais de que sua empresa precisa de tabelas estruturadas
Alguns indicadores claros mostram quando chegou o momento de abandonar controles manuais. Se você tem mais de 50 clientes ativos ou trabalha com mais de 200 SKUs diferentes, planilhas começam a gerar inconsistências perigosas para o negócio.
Conflitos entre vendedores sobre preços praticados representam outro sinal vermelho. Quando diferentes representantes oferecem condições distintas para perfis similares de cliente, a empresa perde credibilidade no mercado e compromete relacionamentos comerciais duradouros.
A pressão de fornecedores por reajustes frequentes também indica necessidade urgente. Commodities como óleo de soja, açúcar e carne bovina sofrem variações mensais que tornam impraticável o controle manual de tabelas atualizadas.
Comparativo: gestão manual vs. automatizada
Aspecto | Gestão Manual | Sistema Automatizado |
|---|---|---|
Tempo de atualização | 2-3 dias | Tempo real |
Risco de erro | Alto | Baixo |
Controle de margem | Limitado | Completo |
Análise por cliente | Difícil | Automática |
Escalabilidade | Baixa | Alta |
Benefícios da estruturação profissional
Tabelas estruturadas geram padronização da margem por segmento, permitindo identificar rapidamente negociações rentáveis. A agilidade nas cotações melhora significativamente, com vendedores respondendo propostas em tempo real sem consultar gerência.
O controle sobre descontos e promoções se torna estratégico. Distribuidores conseguem implementar campanhas sazonais para festas juninas ou Natal sem comprometer rentabilidade geral. A transparência nas relações comerciais também fortalece relacionamentos duradouros com clientes.
A análise de performance por região permite identificar oportunidades de crescimento e mercados problemáticos. Gestores comparam rentabilidade entre diferentes praças e ajustam estratégias específicas para cada território.
Quando implementar tabelas de preços no setor alimentício
O timing para implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício é crucial para o sucesso da operação. Empresários devem considerar essa mudança quando começam a perder controle sobre a rentabilidade por cliente ou quando a equipe de vendas relata dificuldades para fechar negócios devido à falta de clareza nos preços praticados.
O momento ideal surge quando a distribuidora atinge um volume de transações que torna impraticável o controle manual. Isso geralmente acontece quando você tem mais de 50 clientes ativos ou trabalha with mais de 200 SKUs diferentes. Nesse ponto, planilhas do Excel começam a gerar inconsistências que podem custar caro para o negócio.
Sazonalidades específicas do setor alimentício também indicam necessidade urgente de estruturação. Períodos como festas juninas, Natal e Carnaval geram picos de demanda que exigem estratégias de precificação diferenciadas. Distribuidores que não conseguem aproveitar essas oportunidades com tabelas promocionais programadas perdem competitividade significativa.
A pressão de fornecedores por reajustes frequentes é outro sinal claro. Quando commodities como óleo de soja, açúcar ou carne bovina sofrem variações mensais, manter tabelas atualizadas manualmente se torna praticamente impossível. Empresas que demoram mais de uma semana para repassar aumentos de custo aos clientes correm risco de operar com margens negativas.
Expansão geográfica também demanda implementação imediata. Se sua distribuidora começou a atender cidades do interior ou outros estados, custos logísticos diferenciados precisam ser refletidos nos preços. Aplicar a mesma tabela para São Paulo capital e interior paulista, por exemplo, pode inviabilizar a operação em uma das regiões.
Conflitos internos entre vendedores sobre preços praticados indicam urgência na padronização. Quando diferentes representantes oferecem condições distintas para o mesmo perfil de cliente, a empresa perde credibilidade no mercado e compromete relacionamentos comerciais duradouros.
A entrada de concorrentes mais organizados no seu território também acelera essa necessidade. Distribuidores que competem com players que já utilizam sistemas automatizados de precificação precisam se equiparar rapidamente para não perder market share por falta de agilidade comercial.
Quem deve implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício
A implementação de tabelas de preços estruturadas no setor alimentício B2B é fundamental para diferentes perfis de empresários e gestores que enfrentam desafios específicos de precificação. Distribuidores de alimentos que atendem múltiplos canais simultaneamente são os primeiros candidatos a essa estratégia, especialmente quando trabalham com produtos de diferentes categorias como secos, resfriados e congelados. Esses profissionais lidam diariamente com a complexidade de precificar centenas de SKUs para clientes diversos, desde pequenas mercearias até grandes redes de supermercados.
Gestores comerciais de indústrias alimentícias também se beneficiam significativamente dessa abordagem estruturada. Quando uma fábrica de laticínios em Minas Gerais precisa atender tanto o mercado local quanto distribuidores do Rio de Janeiro, por exemplo, os custos logísticos e a dinâmica competitiva regional exigem tabelas diferenciadas que reflitam essas realidades. A margem que funciona para um cliente em Belo Horizonte pode inviabilizar completamente a operação no interior fluminense.
Proprietários de atacadistas que cresceram organicamente e ainda dependem de planilhas manuais representam outro grupo crítico. Segundo análise da BTG Pactual sobre o varejo de alimentos, as margens da indústria e do varejo estão no nível mais baixo em muitos anos, tornando essencial uma gestão de custos precisa para manter competitividade. Quando o volume de negociações supera a capacidade de controle manual, erros de precificação começam a impactar diretamente a rentabilidade.
Gestores financeiros de distribuidoras enfrentam pressão constante para otimizar margens sem perder competitividade. Eles precisam de ferramentas que permitam análise rápida de lucratividade por cliente, região e produto. A volatilidade das commodities alimentícias, como óleos e carnes, exige atualizações frequentes que sistemas manuais não conseguem acompanhar adequadamente.
Empreendedores que estão expandindo geograficamente também devem priorizar essa estruturação. Distribuidores que atendem tanto capitais quanto interior precisam considerar custos logísticos diferenciados na formação do preço final, estabelecendo preços com justificativas objetivas baseadas em custos reais de distribuição.
Como começar a implementar tabelas de preços no setor alimentício
O primeiro passo para implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício é realizar um mapeamento completo dos custos reais de cada produto. Muitos distribuidores cometem o erro de considerar apenas o preço de compra do fornecedor, ignorando custos operacionais como armazenagem refrigerada, perdas por vencimento e despesas logísticas. Para produtos que exigem cadeia fria, como laticínios e carnes, esses custos adicionais podem representar até 15% do valor final.
A segmentação inicial dos clientes deve ser simples e prática. Comece dividindo sua base em três grupos básicos: pequenos varejistas que compram até 50 itens por pedido, médios atacadistas com pedidos entre 50 e 200 unidades, and grandes redes que movimentam volumes superiores. Essa classificação permite aplicar margens diferenciadas sem complicar excessivamente a operação inicial.
Defina faixas de desconto progressivo começando conservadoramente. A estratégia comprovada sugere iniciar com 3% de desconto para pedidos acima de 100 unidades, aumentando gradualmente conforme o volume cresce. Evite descontos superiores a 12% na fase inicial, mesmo para grandes volumes, até entender completamente o impacto na rentabilidade.
A coleta de dados históricos dos últimos seis meses é fundamental para calibrar as tabelas. Analise quais produtos têm maior giro, quais clientes geram mais margem e quais regiões apresentam custos logísticos diferenciados. Distribuidores que atendem tanto capitais quanto interior precisam considerar esses custos diferenciados na formação do preço final.
Teste a nova estrutura com um grupo pequeno de clientes antes da implementação geral. Escolha 10 a 15 clientes representativos de diferentes segmentos e monitore as reações durante 30 dias. Esse período permite ajustes finos sem comprometer toda a operação.
Por fim, comunique as mudanças com antecedência mínima de 15 dias. Prepare sua equipe comercial com argumentos sólidos sobre os benefícios da nova estrutura, especialmente como ela pode agilizar cotações e garantir condições mais competitivas para clientes fiéis.

Perguntas frequentes sobre tabela de preços no setor alimentício
Como calcular o preço ideal para produtos alimentícios no B2B?
O cálculo do preço ideal começa com a análise dos custos diretos e indiretos. Some matéria-prima, embalagem, mão de obra e despesas operacionais. Depois, adicione sua margem de lucro desejada.
Para o setor alimentício, considere também fatores como sazonalidade e perecibilidade. Um distribuidor de frutas em São Paulo, por exemplo, precisa ajustar preços conforme a safra e demanda sazonal.
A fórmula básica é: Custo Total + Margem de Lucro + Impostos = Preço de Venda. Porém, sempre valide com a pesquisa de mercado para garantir competitividade.
Com que frequência devo atualizar minha tabela de preços?
A frequência ideal varia conforme o tipo de produto alimentício. Produtos perecíveis podem exigir ajustes semanais ou quinzenais. Já itens processados permitem revisões mensais ou trimestrais.
Monitore indicadores como inflação de alimentos, variação cambial e custos de transporte. Estes fatores impactam diretamente seus custos operacionais.
Estabeleça um cronograma fixo de revisão, mas mantenha flexibilidade para ajustes emergenciais. Comunique mudanças aos clientes com antecedência mínima de 30 dias.
Quais estratégias funcionam para escalar vendas B2B no setor alimentício?
A segmentação de clientes é fundamental. Crie categorias como restaurantes, supermercados e distribuidores. Cada segmento tem necessidades e margens diferentes.
Ofereça descontos progressivos por volume. Por exemplo: 5% para pedidos acima de R$ 5.000 e 10% acima de R$ 15.000. Isso incentiva compras maiores e fideliza clientes.
Desenvolva parcerias estratégicas com redes de restaurantes ou grandes varejistas. Contratos de fornecimento garantem volume e previsibilidade de receita.
Como lidar com a concorrência de preços no mercado alimentício?
Evite guerras de preços focando em valor agregado. Destaque qualidade, prazo de entrega, suporte técnico e flexibilidade de pagamento.
Analise regularmente os preços da concorrência, mas não os copie automaticamente. Considere seu posicionamento de marca e público-alvo específico.
Crie pacotes ou combos exclusivos que dificultem comparação direta de preços. Uma indústria de laticínios pode oferecer mix de produtos com condições especiais.
Qual o impacto da sazonalidade nos preços de alimentos?
A sazonalidade afeta drasticamente custos e demanda no setor alimentício. Frutas e verduras têm variações extremas entre safra e entressafra.
Planeje compras antecipadas durante períodos de baixa para reduzir custos. Negocie contratos futuros com fornecedores para estabilizar preços.
Comunique aos clientes sobre variações sazonais esperadas. Transparência fortalece relacionamentos e facilita negociações futuras.
Como estruturar descontos e promoções na tabela de preços?
Estabeleça critérios claros para concessão de descontos. Volume, prazo de pagamento, fidelidade e sazonalidade são fatores válidos.
Crie níveis de desconto bem definidos para evitar negociações caso a caso. Isso agiliza vendas e mantém margem de lucro controlada.
Monitore o impacto dos descontos na rentabilidade. Use indicadores como margem líquida por cliente e ticket médio para avaliar efetividade das promoções.
Este artigo mostra, de forma prática, quando e por que distribuidoras e indústrias do setor alimentício precisam implementar tabelas de preços estruturadas. O setor vive margens apertadas, volatilidade de commodities e grande pressão por competitividade. Com isso, controlar preços por cliente, região e volume deixou de ser diferencial e virou condição básica para manter rentabilidade. Você vai entender os sinais de que sua operação já passou do limite do controle manual, como estruturar suas tabelas de forma eficiente, quais erros evitar e como criar uma estratégia de precificação que funcione no dia a dia.
O que você vai aprender neste artigo
• Por que o setor alimentício exige tabelas de preços estruturadas
• Sinais claros de que sua empresa não pode mais usar planilhas
• Como mapear custos reais e definir margens sustentáveis
• Como segmentar clientes sem complicar sua operação
• Estratégias práticas para montar e testar novas tabelas
• Diferenças entre gestão manual e automatizada de precificação
• Como identificar o melhor momento para implementar
• Benefícios financeiros e operacionais de uma tabela bem estruturada
• Como evitar erros comuns de precificação no setor alimentício

Como implementar tabelas de preços no setor alimentício
Implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício é uma decisão estratégica que pode transformar completamente a rentabilidade e organização comercial da sua distribuidora ou indústria.
O setor alimentício brasileiro enfrenta desafios únicos de precificação que tornam essa implementação ainda mais crítica. Volatilidade de commodities, custos logísticos regionais diferenciados e a necessidade de manter competitividade em um mercado fragmentado exigem estruturas de preço mais sofisticadas que simples planilhas do Excel.
Segundo análise da BTG Pactual sobre o varejo de alimentos, as margens da indústria e do varejo estão no nível mais baixo em muitos anos. Essa realidade pressiona distribuidores e indústrias a otimizar cada negociação, tornando fundamental ter controle preciso sobre preços praticados por cliente, região e volume de pedido.
Sinais de que sua empresa precisa de tabelas estruturadas
Alguns indicadores claros mostram quando chegou o momento de abandonar controles manuais. Se você tem mais de 50 clientes ativos ou trabalha com mais de 200 SKUs diferentes, planilhas começam a gerar inconsistências perigosas para o negócio.
Conflitos entre vendedores sobre preços praticados representam outro sinal vermelho. Quando diferentes representantes oferecem condições distintas para perfis similares de cliente, a empresa perde credibilidade no mercado e compromete relacionamentos comerciais duradouros.
A pressão de fornecedores por reajustes frequentes também indica necessidade urgente. Commodities como óleo de soja, açúcar e carne bovina sofrem variações mensais que tornam impraticável o controle manual de tabelas atualizadas.
Comparativo: gestão manual vs. automatizada
Aspecto | Gestão Manual | Sistema Automatizado |
|---|---|---|
Tempo de atualização | 2-3 dias | Tempo real |
Risco de erro | Alto | Baixo |
Controle de margem | Limitado | Completo |
Análise por cliente | Difícil | Automática |
Escalabilidade | Baixa | Alta |
Benefícios da estruturação profissional
Tabelas estruturadas geram padronização da margem por segmento, permitindo identificar rapidamente negociações rentáveis. A agilidade nas cotações melhora significativamente, com vendedores respondendo propostas em tempo real sem consultar gerência.
O controle sobre descontos e promoções se torna estratégico. Distribuidores conseguem implementar campanhas sazonais para festas juninas ou Natal sem comprometer rentabilidade geral. A transparência nas relações comerciais também fortalece relacionamentos duradouros com clientes.
A análise de performance por região permite identificar oportunidades de crescimento e mercados problemáticos. Gestores comparam rentabilidade entre diferentes praças e ajustam estratégias específicas para cada território.
Quando implementar tabelas de preços no setor alimentício
O timing para implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício é crucial para o sucesso da operação. Empresários devem considerar essa mudança quando começam a perder controle sobre a rentabilidade por cliente ou quando a equipe de vendas relata dificuldades para fechar negócios devido à falta de clareza nos preços praticados.
O momento ideal surge quando a distribuidora atinge um volume de transações que torna impraticável o controle manual. Isso geralmente acontece quando você tem mais de 50 clientes ativos ou trabalha with mais de 200 SKUs diferentes. Nesse ponto, planilhas do Excel começam a gerar inconsistências que podem custar caro para o negócio.
Sazonalidades específicas do setor alimentício também indicam necessidade urgente de estruturação. Períodos como festas juninas, Natal e Carnaval geram picos de demanda que exigem estratégias de precificação diferenciadas. Distribuidores que não conseguem aproveitar essas oportunidades com tabelas promocionais programadas perdem competitividade significativa.
A pressão de fornecedores por reajustes frequentes é outro sinal claro. Quando commodities como óleo de soja, açúcar ou carne bovina sofrem variações mensais, manter tabelas atualizadas manualmente se torna praticamente impossível. Empresas que demoram mais de uma semana para repassar aumentos de custo aos clientes correm risco de operar com margens negativas.
Expansão geográfica também demanda implementação imediata. Se sua distribuidora começou a atender cidades do interior ou outros estados, custos logísticos diferenciados precisam ser refletidos nos preços. Aplicar a mesma tabela para São Paulo capital e interior paulista, por exemplo, pode inviabilizar a operação em uma das regiões.
Conflitos internos entre vendedores sobre preços praticados indicam urgência na padronização. Quando diferentes representantes oferecem condições distintas para o mesmo perfil de cliente, a empresa perde credibilidade no mercado e compromete relacionamentos comerciais duradouros.
A entrada de concorrentes mais organizados no seu território também acelera essa necessidade. Distribuidores que competem com players que já utilizam sistemas automatizados de precificação precisam se equiparar rapidamente para não perder market share por falta de agilidade comercial.
Quem deve implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício
A implementação de tabelas de preços estruturadas no setor alimentício B2B é fundamental para diferentes perfis de empresários e gestores que enfrentam desafios específicos de precificação. Distribuidores de alimentos que atendem múltiplos canais simultaneamente são os primeiros candidatos a essa estratégia, especialmente quando trabalham com produtos de diferentes categorias como secos, resfriados e congelados. Esses profissionais lidam diariamente com a complexidade de precificar centenas de SKUs para clientes diversos, desde pequenas mercearias até grandes redes de supermercados.
Gestores comerciais de indústrias alimentícias também se beneficiam significativamente dessa abordagem estruturada. Quando uma fábrica de laticínios em Minas Gerais precisa atender tanto o mercado local quanto distribuidores do Rio de Janeiro, por exemplo, os custos logísticos e a dinâmica competitiva regional exigem tabelas diferenciadas que reflitam essas realidades. A margem que funciona para um cliente em Belo Horizonte pode inviabilizar completamente a operação no interior fluminense.
Proprietários de atacadistas que cresceram organicamente e ainda dependem de planilhas manuais representam outro grupo crítico. Segundo análise da BTG Pactual sobre o varejo de alimentos, as margens da indústria e do varejo estão no nível mais baixo em muitos anos, tornando essencial uma gestão de custos precisa para manter competitividade. Quando o volume de negociações supera a capacidade de controle manual, erros de precificação começam a impactar diretamente a rentabilidade.
Gestores financeiros de distribuidoras enfrentam pressão constante para otimizar margens sem perder competitividade. Eles precisam de ferramentas que permitam análise rápida de lucratividade por cliente, região e produto. A volatilidade das commodities alimentícias, como óleos e carnes, exige atualizações frequentes que sistemas manuais não conseguem acompanhar adequadamente.
Empreendedores que estão expandindo geograficamente também devem priorizar essa estruturação. Distribuidores que atendem tanto capitais quanto interior precisam considerar custos logísticos diferenciados na formação do preço final, estabelecendo preços com justificativas objetivas baseadas em custos reais de distribuição.
Como começar a implementar tabelas de preços no setor alimentício
O primeiro passo para implementar tabelas de preços estruturadas no setor alimentício é realizar um mapeamento completo dos custos reais de cada produto. Muitos distribuidores cometem o erro de considerar apenas o preço de compra do fornecedor, ignorando custos operacionais como armazenagem refrigerada, perdas por vencimento e despesas logísticas. Para produtos que exigem cadeia fria, como laticínios e carnes, esses custos adicionais podem representar até 15% do valor final.
A segmentação inicial dos clientes deve ser simples e prática. Comece dividindo sua base em três grupos básicos: pequenos varejistas que compram até 50 itens por pedido, médios atacadistas com pedidos entre 50 e 200 unidades, and grandes redes que movimentam volumes superiores. Essa classificação permite aplicar margens diferenciadas sem complicar excessivamente a operação inicial.
Defina faixas de desconto progressivo começando conservadoramente. A estratégia comprovada sugere iniciar com 3% de desconto para pedidos acima de 100 unidades, aumentando gradualmente conforme o volume cresce. Evite descontos superiores a 12% na fase inicial, mesmo para grandes volumes, até entender completamente o impacto na rentabilidade.
A coleta de dados históricos dos últimos seis meses é fundamental para calibrar as tabelas. Analise quais produtos têm maior giro, quais clientes geram mais margem e quais regiões apresentam custos logísticos diferenciados. Distribuidores que atendem tanto capitais quanto interior precisam considerar esses custos diferenciados na formação do preço final.
Teste a nova estrutura com um grupo pequeno de clientes antes da implementação geral. Escolha 10 a 15 clientes representativos de diferentes segmentos e monitore as reações durante 30 dias. Esse período permite ajustes finos sem comprometer toda a operação.
Por fim, comunique as mudanças com antecedência mínima de 15 dias. Prepare sua equipe comercial com argumentos sólidos sobre os benefícios da nova estrutura, especialmente como ela pode agilizar cotações e garantir condições mais competitivas para clientes fiéis.

Perguntas frequentes sobre tabela de preços no setor alimentício
Como calcular o preço ideal para produtos alimentícios no B2B?
O cálculo do preço ideal começa com a análise dos custos diretos e indiretos. Some matéria-prima, embalagem, mão de obra e despesas operacionais. Depois, adicione sua margem de lucro desejada.
Para o setor alimentício, considere também fatores como sazonalidade e perecibilidade. Um distribuidor de frutas em São Paulo, por exemplo, precisa ajustar preços conforme a safra e demanda sazonal.
A fórmula básica é: Custo Total + Margem de Lucro + Impostos = Preço de Venda. Porém, sempre valide com a pesquisa de mercado para garantir competitividade.
Com que frequência devo atualizar minha tabela de preços?
A frequência ideal varia conforme o tipo de produto alimentício. Produtos perecíveis podem exigir ajustes semanais ou quinzenais. Já itens processados permitem revisões mensais ou trimestrais.
Monitore indicadores como inflação de alimentos, variação cambial e custos de transporte. Estes fatores impactam diretamente seus custos operacionais.
Estabeleça um cronograma fixo de revisão, mas mantenha flexibilidade para ajustes emergenciais. Comunique mudanças aos clientes com antecedência mínima de 30 dias.
Quais estratégias funcionam para escalar vendas B2B no setor alimentício?
A segmentação de clientes é fundamental. Crie categorias como restaurantes, supermercados e distribuidores. Cada segmento tem necessidades e margens diferentes.
Ofereça descontos progressivos por volume. Por exemplo: 5% para pedidos acima de R$ 5.000 e 10% acima de R$ 15.000. Isso incentiva compras maiores e fideliza clientes.
Desenvolva parcerias estratégicas com redes de restaurantes ou grandes varejistas. Contratos de fornecimento garantem volume e previsibilidade de receita.
Como lidar com a concorrência de preços no mercado alimentício?
Evite guerras de preços focando em valor agregado. Destaque qualidade, prazo de entrega, suporte técnico e flexibilidade de pagamento.
Analise regularmente os preços da concorrência, mas não os copie automaticamente. Considere seu posicionamento de marca e público-alvo específico.
Crie pacotes ou combos exclusivos que dificultem comparação direta de preços. Uma indústria de laticínios pode oferecer mix de produtos com condições especiais.
Qual o impacto da sazonalidade nos preços de alimentos?
A sazonalidade afeta drasticamente custos e demanda no setor alimentício. Frutas e verduras têm variações extremas entre safra e entressafra.
Planeje compras antecipadas durante períodos de baixa para reduzir custos. Negocie contratos futuros com fornecedores para estabilizar preços.
Comunique aos clientes sobre variações sazonais esperadas. Transparência fortalece relacionamentos e facilita negociações futuras.
Como estruturar descontos e promoções na tabela de preços?
Estabeleça critérios claros para concessão de descontos. Volume, prazo de pagamento, fidelidade e sazonalidade são fatores válidos.
Crie níveis de desconto bem definidos para evitar negociações caso a caso. Isso agiliza vendas e mantém margem de lucro controlada.
Monitore o impacto dos descontos na rentabilidade. Use indicadores como margem líquida por cliente e ticket médio para avaliar efetividade das promoções.
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Escrito por:
Mariane Brito

